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Tabela 3: O que mudar após a primeira falha na carga viral
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Combinação inicial Mude para:
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2 AN + 1 IP
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2 NA + 1 NNRTI
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2 AN + 2 IP
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2 AN + 1 NNRTI 1 ou 2 IP
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2 NA + 1 NNRTI
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2 NA + 1 ou 2 IP
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3 NA (Não é mais recomendado para a terapia inicial)
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2 NA + 1 NNRT
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2 NA + 1 ou 2 IP
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2 NA + 1 NNRT + 1 ou 2 IP |
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Notas:
NA = Análogo de nuclesídeo IP = Inibidor de protease NNRTI = Inibidor de transcriptase reversa não-nucleosídeo
Os análogos de nucleosídeo na combinação substituta deverão ser novos e não reciclados da combinação anterior.
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Quando mudar a terapia: Lipodistrofia
Não está esclarecido se a terapia anti-HIV pode causar mudanças na forma do corpo e aumentar a gordura sanguínea. O livreto desta série denominado Lipodistrofia contém informações detalhadas sobre isto.
O d4T tem sido associado com perda de gordura, se estiver tomando d4T, é recomendável trocá-lo por outro medicamento se você tem outras opções disponíveis.
Caso tenha um contínuo aumento no nível de gordura do sangue e estiver tomando um inibidor de protease, você terá benefícios em mudar para um NNRTI sempre que esta for uma opção viável. Medicamentos para controlar o nível da gordura sanguínea chamadas de estatinas e fibratospodem ser eficientes e seu médico provavelmente irá receitá-los. Mudanças na dieta e exercícios físicos também podem ser úteis.
Alterações no tratamento parecem ter pouco efeito na mudança de gordura corpórea uma vez que esta tenha ocorrido. Isto pode ser bastante estressante, particularmente a perda de gordura na face. A utilização de injeções com New Fill™ tem tido sucesso para remediar a aparência causada pela perda de gordura facial, o que também aumenta a sensação de bem-estar das pessoas.
Interrupção estruturada do tratamento
A validade e a segurança de tirar ‘férias estruturadas’ (chamadas de interrupção estruturada do tratamento) do seu tratamento, sob a supervisão do seu médico continuam em investigação.
As interrupções estruturadas do tratamento vêm sendo estudadas nas pessoas que foram recentemente infectadas pelo HIV e naquelas que têm a infecção pelo HIV estabelecida (ou crônica) com uma carga viral em controle.
Os benefícios potenciais de fazer uma interrupção estruturada no tratamento são a melhora do sistema imunológico, menos efeitos colaterais e uma redução de HIV resistente aos medicamentos, dependendo do que for levado em consideração.
Contudo, algumas pessoas que interromperam seu tratamento sofreram complicações, inclusive uma rápida queda na contagem de células CD4 e o avanço do HIV, e outras desenvolveram mais vírus do HIV resistentes a medicamentos.
Mudança de terapia após a falha de mais de um tratamento: Terapia ‘Salvage’
Os médicos freqüentemente fazem uma distinção entre os pacientes que precisam mudar a combinação pela primeira vez e aqueles que já tiveram alterações no tratamento. O termo ‘salvage therapy’ é utilizado para descrever o tratamento no caso de você já ter tomado medicamentos pertencentes a todas as principais classes de drogas anti-HIV.
Caso o vírus do HIV que você tiver seja resistente a muitas drogas anti-HIV, isto poderá dificultar a elaboração de um novo regime que poderá baixar a sua carga viral para níveis indetectáveis.
Sobretudo, a redução da carga viral melhora sua saúde geral.
Se você estiver em estado adiantado do HIV, sua contagem de células CD4 poderá melhor prever o futuro risco de graves problemas de saúde do que a carga viral. Sendo assim é mais importante procurar potencializar o aumento de CD4 em um novo tratamento.
A terapia ‘salvage’ terá maiores chances de sucesso se uma nova classe de medicamentos ou medicamentos aos quais você é sensível e não resistente forem adicionados, no caso de mudança de terapia efetuada em níveis baixos da carga viral e quando um exame de resistência é realizado para escolher novos medicamentos. Exames para medir o nível do medicamento em sua corrente sanguínea também podem ser úteis para se assegurar de que a dose que você toma é correta para você.
O T-20 (Fuseon) faz parte de uma nova classe de medicamentos anti-HIV, denominados de inibidores de fusão, e foi licenciado para o uso em pessoas com opções limitadas na terapia ‘salvage’.
O T-20 é administrado de forma injetável duas vezes ao dia. Produz melhores resultados se puder ser usado com medicamentos de outras classes que continuam a funcionar contra o HIV. Idealmente, não é recomendável tomar T-20 se for esta a única droga que você tem sensibilidade, isto porque o HIV pode se tornar resistente muito facilmente.
Porém, se você estiver nesta situação, o T-20 poderá ser oferecido na esperança de que tenha algum benefício, até que outros medicamentos se tornem disponíveis nos ensaios clínicos.
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